Há algumas coisas que ainda martelam na minha cabeça
Talvez porque ainda seja uma criança
Não cresci no meu tempo ou não aprendi a crescer
A vida parece sempre colocar-me em um labirinto
Eu sempre tento sair
Não sei quantas vezes consigo ser melhor
Ou pior, sei que sigo, mesmo sem me encontrar
Nunca meus pés estiveram no chão,
Não sou matéria
Sou o começo que se segue sem fim
Sou a descoberta das coisas
Dos cheiros, das cores, dos tempos, das almas
Perfuro corações, pois minha mente
Não comunga com as batidas do peito
Sou a alma para as almas
O próximo para o próximo
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