Era tarde!
Movia-me rumo ao meu destino antigo
As minhas coisas e meu outro mundo
Estava ali, regado pelas minhas lágrimas
Eu de volta ao ventre
O ventre para mim a casa
Agora eu. Ser dividido.
Minha massa interior agora se duplicava
Eu ligado a garoa e o calor
Eu sem saber seu sou o que sou
Mas inserido na substancialidade
Concreta de dois mundos
Que agora são comuns
Enfim. Eu coração
Eu viajante.
Eu aqui e lá.
Eu no corpo e na alma.
Eu na canção e no controle remoto
Nas garrafas de água
Eu é todos os meus adjetivos
Eu e todas os meus mundos
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