Ela continua a dançar
A mais bela entre todas que já vi
É a dança do sol, a dança da beleza
Onda a mulher brilha em toda sua plenitude
De cor morena de cabelos longos
Transborda os seus pés de uma
Dança que embriaga qualquer ser
Ela continua a dançar!
Dança dentro dos corações,
Dança em nossas almas
A deusa de meus amores
Dança, dança sobre mim
Eu sou o teu sol, o teu sonho
O teu caminho
Vem oh dama perfeita,
Dança assim como o sol te ensinou
Dança com Luz
Enquanto danças , desejo
Os teus lábio, desejo teu olhar
E me fazes estar mais apaixonado
Dance oh Rainha de pés alado
Sabes que o vento de observa
O sol te acompanha e o mar reflete
Tua poderosa e grandiosa beleza
Dance eternamente e todo seu
Serei mais feliz.
Luca Neves
Textos e Poemas
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
A menina do jardim
Encontro-me no meu mundo
Não divido espaços
Compartilho
Sigo nas asas das borboletas
E a leveza dos meus pés
Comparam-se as suas cores
Meu jardim e vasto
No horizonte que olho
Não vejo outra coisa senão o mesmo jardim
Banhado pelo sol
Pela luz que faz florescer
Que faz o verde ter ainda mais luz
Essa luz que cerca cada ser
Que irradia na minha pele o desejo pela vida
Que faz resplandecer o que estava escondido
O olhar, o coração é o que mais se pode achar
Essa terra que para tantos são raízes
Esse cheiro, esse toque e essa flor
Sou como um barro uma lama
Tudo me inspira
O vento que toma meus cabelos
Que leva a palavra e faz chegar no coração dos amados
Que traduz em força sua paixão
Que abraça sem pudor.
O vento do meu jardim.
Quando cai a noite
Essa que me abraça
Essa que prepara a noiva eterna
Rendo-me então ao fogo
Um ponto luminoso. Brasa
Mais uma vez rendida a uma força
Mais uma vez rendida a uma experiência
Todos os dias são novos.
Todos os dias estou no meu jardim
E ele está para mim.
Casa, labirinto jardim.
Esse é o meu jardim
Onde as flores, celebram a vida com danças harmoniosas.
É a minha conexão com aquilo que é divino e majestoso
A liberdade de tocar na criação, no criador eu criatura
Comungando a minha vida
O meu mel que escorre pela minha boca
Meu devaneio constante
Chuva caída, que molha a pétala
A pétala que bebe e dá a natureza
O pólen e o néctar
O néctar que faz da abelha um ser maravilhoso, de alimento tão puro.
Jardim das delicias
Fabrica dos meus sonhos
Caminhos dos meus pés que correm
Liberdade.
Liberdade.
Não divido espaços
Compartilho
Sigo nas asas das borboletas
E a leveza dos meus pés
Comparam-se as suas cores
Meu jardim e vasto
No horizonte que olho
Não vejo outra coisa senão o mesmo jardim
Banhado pelo sol
Pela luz que faz florescer
Que faz o verde ter ainda mais luz
Essa luz que cerca cada ser
Que irradia na minha pele o desejo pela vida
Que faz resplandecer o que estava escondido
O olhar, o coração é o que mais se pode achar
Essa terra que para tantos são raízes
Esse cheiro, esse toque e essa flor
Sou como um barro uma lama
Tudo me inspira
O vento que toma meus cabelos
Que leva a palavra e faz chegar no coração dos amados
Que traduz em força sua paixão
Que abraça sem pudor.
O vento do meu jardim.
Quando cai a noite
Essa que me abraça
Essa que prepara a noiva eterna
Rendo-me então ao fogo
Um ponto luminoso. Brasa
Mais uma vez rendida a uma força
Mais uma vez rendida a uma experiência
Todos os dias são novos.
Todos os dias estou no meu jardim
E ele está para mim.
Casa, labirinto jardim.
Esse é o meu jardim
Onde as flores, celebram a vida com danças harmoniosas.
É a minha conexão com aquilo que é divino e majestoso
A liberdade de tocar na criação, no criador eu criatura
Comungando a minha vida
O meu mel que escorre pela minha boca
Meu devaneio constante
Chuva caída, que molha a pétala
A pétala que bebe e dá a natureza
O pólen e o néctar
O néctar que faz da abelha um ser maravilhoso, de alimento tão puro.
Jardim das delicias
Fabrica dos meus sonhos
Caminhos dos meus pés que correm
Liberdade.
Liberdade.
Amor de calamos
Primitivo I
É como se eu estivesse em um labirinto.
Que mesmo com os estímulos mais óbvios para sair eu não encontrasse forças para tentar.
Eu fico tentando, de tantas formas que parece que sou uma crianças sem rumo.
Tento ver em outras faces o que vi na sua.
Tento ver em outros lábios o que vi no seu.
Tento sentir em outros corpos o que senti no seu.
Mas sempre acabo dominado pelo pensamento de estar perto de você mais uma vez.
Às vezes conforto-me por ser amigo. Outras vezes me incomoda não ser teu amante.
Que delicia que colocou na minha boca e mente que não consigo esquecer?
Que perfume colocou em seu corpo que penetrou minha alma?
Minhas virtudes se perdem, meus laços se desatam, meu caminho se desvia.
As nuvens dos meus sonhos, só falam de você.
E meu coração perturba-se só no pensar em ti.
Mas já não posso mais fazer nada a não ser esperar que recebe um pouco de afeto de tuas mãos.
É como se eu estivesse em um labirinto.
Que mesmo com os estímulos mais óbvios para sair eu não encontrasse forças para tentar.
Eu fico tentando, de tantas formas que parece que sou uma crianças sem rumo.
Tento ver em outras faces o que vi na sua.
Tento ver em outros lábios o que vi no seu.
Tento sentir em outros corpos o que senti no seu.
Mas sempre acabo dominado pelo pensamento de estar perto de você mais uma vez.
Às vezes conforto-me por ser amigo. Outras vezes me incomoda não ser teu amante.
Que delicia que colocou na minha boca e mente que não consigo esquecer?
Que perfume colocou em seu corpo que penetrou minha alma?
Minhas virtudes se perdem, meus laços se desatam, meu caminho se desvia.
As nuvens dos meus sonhos, só falam de você.
E meu coração perturba-se só no pensar em ti.
Mas já não posso mais fazer nada a não ser esperar que recebe um pouco de afeto de tuas mãos.
Movimento
Era tarde!
Movia-me rumo ao meu destino antigo
As minhas coisas e meu outro mundo
Estava ali, regado pelas minhas lágrimas
Eu de volta ao ventre
O ventre para mim a casa
Agora eu. Ser dividido.
Minha massa interior agora se duplicava
Eu ligado a garoa e o calor
Eu sem saber seu sou o que sou
Mas inserido na substancialidade
Concreta de dois mundos
Que agora são comuns
Enfim. Eu coração
Eu viajante.
Eu aqui e lá.
Eu no corpo e na alma.
Eu na canção e no controle remoto
Nas garrafas de água
Eu é todos os meus adjetivos
Eu e todas os meus mundos
Movia-me rumo ao meu destino antigo
As minhas coisas e meu outro mundo
Estava ali, regado pelas minhas lágrimas
Eu de volta ao ventre
O ventre para mim a casa
Agora eu. Ser dividido.
Minha massa interior agora se duplicava
Eu ligado a garoa e o calor
Eu sem saber seu sou o que sou
Mas inserido na substancialidade
Concreta de dois mundos
Que agora são comuns
Enfim. Eu coração
Eu viajante.
Eu aqui e lá.
Eu no corpo e na alma.
Eu na canção e no controle remoto
Nas garrafas de água
Eu é todos os meus adjetivos
Eu e todas os meus mundos
Depois do inverno
Colhamos as flores,
depois do inverno
Olhemos as cores
Deixemos os aromas
tomarem conta
de nossas almas
Depois do inverno
nascem as amizades
E tudo se torna eterno!
Tudo que se ama
Tudo que se quer
Corramos pela praia, depois do inverno
Água aos nossos pés
Vento contra o nosso corpo
Deixemos à vida acontecer
Tudo de novo
Tudo com gosto
depois do inverno
Olhemos as cores
Deixemos os aromas
tomarem conta
de nossas almas
Depois do inverno
nascem as amizades
E tudo se torna eterno!
Tudo que se ama
Tudo que se quer
Corramos pela praia, depois do inverno
Água aos nossos pés
Vento contra o nosso corpo
Deixemos à vida acontecer
Tudo de novo
Tudo com gosto
Nova
Quero novas ideias
Todos os dias e todas as horas
Quero o fluxo do meu sangue
correndo, urgente, infame
de forma que todas as formas
sejam grandiosamente fascinantes
Quero a luz das estrelas,
dos holofotes, da alma.
Quero minha inteligência
fundida nos corações
repercutindo nas mentes
Sou para as horas, os minutos
para os minutos os segundos.
Agora sou o que sou
na verdade, na carne
o começo da historia que interage
Com o passado, vive o presente
Sonha desejosamente o futuro
Sou agora, para quem está
Comigo agora
Sou outro, para quem não
me vê sem minhas mascaras e
sem minhas roupas velhas
sou livro, leitura, arte e fogo
sem rédias, sem postura
O infame da sociedade
Sou o que corta com as palavras
que sangra papéis e rasga ideias
Respiro muito, tenho muito a fazer.
Todos os dias e todas as horas
Quero o fluxo do meu sangue
correndo, urgente, infame
de forma que todas as formas
sejam grandiosamente fascinantes
Quero a luz das estrelas,
dos holofotes, da alma.
Quero minha inteligência
fundida nos corações
repercutindo nas mentes
Sou para as horas, os minutos
para os minutos os segundos.
Agora sou o que sou
na verdade, na carne
o começo da historia que interage
Com o passado, vive o presente
Sonha desejosamente o futuro
Sou agora, para quem está
Comigo agora
Sou outro, para quem não
me vê sem minhas mascaras e
sem minhas roupas velhas
sou livro, leitura, arte e fogo
sem rédias, sem postura
O infame da sociedade
Sou o que corta com as palavras
que sangra papéis e rasga ideias
Respiro muito, tenho muito a fazer.
Olhar
Há algumas coisas que ainda martelam na minha cabeça
Talvez porque ainda seja uma criança
Não cresci no meu tempo ou não aprendi a crescer
A vida parece sempre colocar-me em um labirinto
Eu sempre tento sair
Não sei quantas vezes consigo ser melhor
Ou pior, sei que sigo, mesmo sem me encontrar
Nunca meus pés estiveram no chão,
Não sou matéria
Sou o começo que se segue sem fim
Sou a descoberta das coisas
Dos cheiros, das cores, dos tempos, das almas
Perfuro corações, pois minha mente
Não comunga com as batidas do peito
Sou a alma para as almas
O próximo para o próximo
Talvez porque ainda seja uma criança
Não cresci no meu tempo ou não aprendi a crescer
A vida parece sempre colocar-me em um labirinto
Eu sempre tento sair
Não sei quantas vezes consigo ser melhor
Ou pior, sei que sigo, mesmo sem me encontrar
Nunca meus pés estiveram no chão,
Não sou matéria
Sou o começo que se segue sem fim
Sou a descoberta das coisas
Dos cheiros, das cores, dos tempos, das almas
Perfuro corações, pois minha mente
Não comunga com as batidas do peito
Sou a alma para as almas
O próximo para o próximo
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